ANTES E DEPOIS

PARTE III

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A ENGRAXATARIA DO ARISTIDES

Aristides dos Santos faleceu recentemente aos 99 anos. Foi um líder da comunidade negra e o primeiro cidadão na cidade a ser preso pela ditadura militar. Por décadas teve sua engraxataria na rua Bernardino de Campos, entre as ruas Jorge Tibiriçá e Silva Jardim, no centro de Rio Preto. Ele é o negro, à direita, de camisa branca, na foto da década de 1940. Hoje no local funciona uma lotérica. Grande Aristides...

A VELHA CASA DA SILVA JARDIM

Na esquina da rua Silva Jardim com a rua 15 de Novembro, no centro da cidade, ainda está de pé uma das casas mais velhas da cidade. Construída na década de 1910, pelo ex-prefeito Faria Mota, a casa mais tarde serviu de residência da família do comerciante Paulino Bueno de Aguiar, o proprietário da inesquecível Casa Bueno.

A INVASÃO CORINTIANA NA BERNARDINO

Em 1977, o Corinthians acabava com um jejum de 23 anos sem títulos, ganhando o Campeonato Paulista. Torcedores invadiram a rua Bernardino de Campos, na esquina com a rua Siqueira Campos, no centro da cidade. O calçadão ainda não existia e a rua ainda era a artéria principal da cidade, com grande fluxo de veículos. Na esquina funcionava a agência do Banco Econômico.

A ESQUINA DA AVENIDA ANDALÓ COM A RUA MARECHAL

Construído por José Arroyo Martins, da década de 1930, este sobrado, localizado na esquina da Avenida Andaló com a rua Marechal Deodoro, no bairro da Bom Jesus, em Rio Preto, foi por muitos anos  a residência da família do fotógrafo armênio Tony Antoine Pedroso Jalikji. Em baixo, funcionava a Tony Floricultura, a primeira da cidade. Posteriormente foi o Mix Restaurante, até ser derrubado, dando lugar hoje a este prédio comercial.

O POSTO BRAGA

A esquina da rua Bernardino de Campos com a rua Independência já foi o ponto final da cidade. Neste local, por várias décadas, funcionava o Posto de Serviços Irmãos Braga. O prédio é de propriedade de Ernesto Zeferino e teve sua estrutura abalada num acidente automobilístico na década de 1970, Neste mesmo prédio, hoje, funciona uma filial da drogaria Rede Mil.

O COMÉRCIO DA RUA GENERAL GLICÉRIO

No início da década de 1970 ainda havia trânsito de veículos na Rua General Glicério, em Rio Preto.  O calçadão só seria instalado no local no início da década seguinte. Neste quarteirão, entre as ruas Siqueira Campos e Tiradentes imperava as Lojas Americanas, com os seus baleiros, o clube laza e o inesquecível cachorro quente. A foto do passado foi tirada a pedido do gerente das Casas Pernambucanas, Manoel Bonilha, para a inauguração da sua filial. Na foto ainda aparecem a Casas Buri e a Casa Gaúcha, da Família Buzzini.

O VELHO PRÉDIO COMERCIAL DA RUA BERNARDINO

Na rua Bernardino de Campos, quase esquina com a rua Delegado Pinto de Toledo existia um velho prédio, com várias salas comercias no fundo e a  Loja de Móveis Tambory na frente. Numa dessas salas ficava o escritório do irreverente e polêmico advogado José Jorge Júnior. JJJ, como era mais conhecido foi também membro e presidente do nosso legislativo por décadas, numa época que não se ganhava nada. Mesmo assim, fez história. E como fez! Hoje o local abriga uma agência do Banco Itaú.

A ESQUINA DA ANTÔNIO DE GODOY COM A JORGE TIBIRIÇÁ

Construído na década de 1920, pelo construtor espanhol Jesus Villanova Vidal, esta esquina da rua Antônio de Godoy com a rua Jorge Tibiriçá, no centro de Rio Preto,  já foi empório e residência da Família Cal. Posteriormente, funcionou ali o Sartorelli Frios e Laticínios. Após a sua demolição passou a ser ocupado por um estacionamento de veículos.

O LADO ESQUERDO DA RUA BERNARDINO DE CAMPOS

Hoje, o lado esquerdo da rua Bernardino de Campos, entre as ruas Silva Jardim e Marechal Deodoro está  totalmente tomado por prédios e edifícios. Mas até a década de 1960 era bem diferente. Ali existiam o Bar e Restaurante Comercial, a Casa de Chá Luar de Agosto, o Bar Pinguim e a Casa dos Dois Mil Réis, entre outros. Apenas o prédio branco de dois andares ainda está de pé. Outros tempos...

O AVANÇO COMERCIAL NA RUA BERNARDINO DE CAMPOS

No meio da década de 1950, o comércio na rua Bernardino de Campos começou a avançar até a rua Independência, que era a última rua da cidade. Na foto antiga, de 1955, na esquina com a Rua Rubião Junior, já se via os primeiros andares do Edifício Braga, além de pequenos estabelecimentos comerciais como o bar São Paulo e o majestoso prédio do Metrópole Hotel, recém inaugurado. No ano seguinte, a cidade entrava na “era Andaló”, com o progresso a todo vapor.

A BOATE OBA OBA

Nesta casa, na rua Bernardino de Campos, entre as ruas Rubião Junior e Delegado Pinto de Toledo, no centro de Rio Preto, funcionou a Boate Oba Oba, de Clóvis Silva, o popular “Come Janta”. Posteriormente foi o Escritório Santa Cruz, de Nelson Marques Alves, o Muca. A casa e toda esquina foi demolida para dar lugar ao prédio da Agência do Banco Safra em Rio Preto.

A PRIMEIRA SEDE DO BRADESCO EM RIO PRETO

Este imponente prédio, construído no início dos de 1940, na esquina da rua Silva Jardim com a rua General Glicério, no centro de Rio Preto, foi  residência da família de Chaim José Elias. Foi também a primeira sede do Banco Bradesco e a Delegacia Regional de Ensino de Rio Preto. Após a sua demolição foi construído ali o prédio da empresa Papelaria Kalunga.

O COMÉRCIO DA GENERAL

Antes da construção do calçadão, no início da década de 1980, a rua General Glicério, entre as ruas Siqueira Campos e Tiradentes, no centro da cidade já abrigava grandes lojas de departamentos, como as Lojas Americanas, As Casas Pernambucanas, a Buri e a Arapuã, além de Lojas locais como a Econômica Chapéus, entre outras. Hoje apenas a Lojas Americanas ainda está no mesmo local.

A DELEGACIA REGIONAL  DE SAÚDE

Hoje, na esquina da rua General Glicério com a rua Delegado Pinto de Toledo, no centro de Rio Preto,  fica o edifício Tarraf. No térreo e na sobreloja funciona a Delegacia Regional de Saúde. Inaugurado na década de 1960, ali foi também a sede da Delegacia da Receita Federal. No passado era apenas um prédio térreo que abrigou vários estabelecimentos comerciais de secos e molhados.

O MERCADO MUNICIPAL

Em 19 de julho de 1944, Rio Preto comemorava cinquenta anos da criação do município. O Prefeito Municipal Ernani Pires Domingues promoveu neste dia varias inaugurações, entre elas a Avenida da Saudade e o Mercado Municipal. Tombado pelo patrimônio histórico, o prédio, hoje, ainda conserva toda sua arquitetura original.

A NOVA RODOVIÁRIA

Em 1970, funcionários da Prefeitura iniciaram a demolição dos prédios dos quarteirões entre as ruas Bernardino de Campos, Voluntários de São Paulo e Pedro Amaral para a construção da nova Rodoviária, batizada com o nome do Governador Laudo Natel, que esteve presente na inauguração, em 26/01/1973. Com a construção, demoliu-se a velha escadaria que dava acesso à Rua Voluntários de São Paulo, que fazia parte da memória afetiva dos rio-pretenses.

A RUA BERNARDINO DE CAMPOS NOS ANOS DE 1970

A rua Bernardino  de Campos, entre a rua Delegado Pinto de Toledo e Marechal Deodoro,no centro da cidade, era bem diferente na década de 1970. No lado esquerdo, ainda não existia o prédio do Banco Bradesco. No lado direito, na esquina com a rua Delegado, onde hoje é o Banco Santander, funcionava um posto de combustíveis. Apenas o Edifício Ione e o prédio comercial de dois andares, no lado esquerdo ainda preservam a sua arquitetura original.

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