ANTES E DEPOIS

PARTE II

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A RUA GENERAL GLICÉRIO EM 1927

A General Glicério sempre foi a principal rua comercial da cidade. Neste trecho, entre as ruas Jorge Tibiriçá e Silva Jardim, no Centro, concentravam-se pequenos estabelecimentos. Já na esquina com a rua Silva Jardim funcionavam as inesquecíveis Casa Moysés e Casa Suriani. Na foto de 1927, avista-se à direita o imponente prédio da Cadeia e Fórum. Hoje nada sobrou dos velhos prédios comerciais da rua.

A RUA BERNARDINO DE CAMPOS ANOS 1970

Considerada nossa artéria principal, a rua Bernardino de Campos ainda conserva alguns prédios comerciais antigos, como neste trecho, entre a rua Pedro Amaral e os trilhos da Estação Ferroviária. Ali funcionavam na década de 1970 o Beto Chaveiro, a Playtime Diversões Eletrônicas, a Barbearia Fanny, o Móveis Rio Preto e o histórico Bar Parada Obrigatória, na esquina. O mais famoso “copo sujo” da cidade. Hoje apenas duas lojas dominam todo o local.

COMPANHIA TELEFÔNICA RIO PRETO

Neste prédio, na rua Voluntários de São Paulo, entre as ruas Marechal Deodoro e Delegado Pinto de Toledo, no centro da cidade, funcionava a Companhia Telefônica Rio Preto, de propriedade da Família Haddad. No início da década de 1970, a empresa foi incorporada pela Telesp, empresa operadora de telefonia no estado. Mesmo com mudança na sua fachada, o prédio ainda mantém sua estrutura original. Hoje, no local, funciona o 2º Cartório de Nota.

A LIVRARIA GIOVINAZZO

Neste imponente prédio comercial na rua Jorge Tibiriçá, entre as ruas Bernardino de Campos e General Glicério, no centro de Rio Preto, ao lado da agência do Banco do Brasil, funcionavam a Dental Orion e a saudosa Livraria Giovinazzo. Mesmo com muitas mudanças na sua fachada, o prédio ainda conserva toda sua estrutura interna original. Hoje no local funciona uma loja de departamentos da Magazine Rodrigues.

CINE CAPITÓLIO

Localizado na esquina da rua Bernardino de Campos com a rua Prudente de Moraes, no centro de Rio Preto, o Cine Capitólio, fundado em 1929, foi o sucessor da primeira empresa de cinema da cidade, a Pathé, fundada em 1911. No mesmo prédio também funcionou a Casa Rignani e a primeira Agência Ford de Automóveis de Germano Sestini.Demolido na década de 1950, hoje no local foi erguido um prédio comercial de três andares.

O CALÇADÃO

Antes do Calçadão, este trecho da rua General Glicério com a rua Siqueira Campos, no Centro de Rio Preto, era muito movimentado. Ali foi o último “footing” da cidade, quando os carros circulavam pelo local, com as pessoas aglomeradas na calçada. O Monte Líbano, o Só Suco, o Bar do Zique, a Alfaiataria Rosselli e o Foto do Jaime eram os reis do pedaço. Hoje só o clube ainda está por lá. Pequenos estabelecimentos dominam o local.

LOJA CLIPPER

Localizada na esquina da rua General Glicério com a Jorge Tibiriçá, no centro de Rio Preto, a loja de roupas Regional Clipper deixou saudade com as suas belíssimas vitrines decoradas por Sérgio Sigrist. Principalmente no natal. O prédio de três andares ainda é o mesmo. Apenas sofreu modificações na sua fachada. Hoje no local funciona uma loja da Humanitarian Calçados.

A ESQUINA DA BERNARDINO COM A SILVA JARDIM

A esquina da rua Bernardino de Campos com a rua Silva Jardim, no Centro, é hoje um dos pontos principais de Rio Preto. Ali figuram o “Senadinho”, o maior ponto de conversa de calçada da cidade, a Kiberama, o Café Conte, o Edifício Jorge Cury e a agência do Banco Itaú. Em outros tempos a histórica Casa de Chá Luar de Agosto, o Restaurante Comercial e Tininho Camiseiro. Demolido, em seu lugar foi erguido o Edifício Bernardino de Campos.

A RUA GENERAL GLICÉRIO NA DÉCADA DE 1920

Denominada em 1904, a rua General Glicério já se chamou Rua da Fartura e Jerusalém. É uma das mais importantes ruas comerciais da cidade. Este trecho, entre as ruas Silva Jardim e Jorge Tibiriçá, no centro de Rio Preto, era bem diferente no início dos anos de 1920, com seus velhos prédios comerciais e nenhum edifício. Somente na década seguinte iria ter inicio a sua total transformação. O Calçadão só veio nos anos de 1980.

A RUA VOLUNTÁRIOS EM 1927

Na década de 1920, as ruas da cidade ainda eram de terra. A calmaria era geral. Muitas carroças e apenas alguns veículos circulavam pelas ruas. Neste trecho da rua Voluntários de São Paulo, entre as ruas Marechal Deodoro e Silva Jardim, no centro de Rio Preto, se destacava o imponente casarão da Família Buchala, do lado esquerdo, na esquina com a rua Marechal Deodoro. Hoje nada sobrou da velha rua Voluntários e os prédios e edifícios dominam o local.

O PRÉDIO DO TIRO DE GUERRA

Este prédio, localizado na esquina da rua Voluntários de São Paulo com a rua Saldanha Marinho, no centro da cidade, foi por décadas a sede do Tiro de Guerra em Rio Preto. Tombado como patrimônio histórico, o prédio ainda conserva toda sua arquitetura original. Hoje funcionam no local o Instituto Histórico, Geográfico e Genealógico, o Museu Primitivista José Antônio da Silva e a sede dos Combatentes da Revolução de 1932.

A RUA BERNARDINO NO INÍCIO DO SÉCULO VINTE

No início do século 20, Rio Preto ainda era apenas uma pequena cidade do Interior. O trem só chegaria ao início da primeira década, impulsionando o progresso. Neste trecho da rua Bernardino de Campos, entre as ruas Jorge Tibiriçá e Siqueira Campos, no centro da cidade, as ruas ainda eram de terra e os veículos motorizados só circulariam duas décadas depois. Quem imaginaria a rua hoje com calçadão, prédios e edifícios? Salve o progresso...

A RUA VOLUNTÁRIOS DE SÃO PAULO

É uma das principais ruas do centro da cidade. Até o início do século 20 chama-se Antônio Olympio. Neste trecho, entre as ruas Marechal Deodoro e Delegado Pinto de Toledo, do lado direito, está instalado o prédio do Fórum e a Praça Rio Branco. Em mais de três décadas pouca coisa mudou na sua arquitetura. Apenas as duas casas do lado esquerdo, esquina com a rua Delegado, foram demolidas.

A RUA TIRADENTES COM A BERNARDINO

Como era mais bonita a rua Tiradentes, esquina com a Bernardino de Campos, no centro da cidade! Ainda existia a velha Igreja Matriz e a linda praça São José. As ruas ainda eram de paralelepípedo. A construção de um dos primeiros edifícios, o Caramuru, já mostrava a revolução arquitetônica que a cidade teria nas próximas décadas. Apenas o prédio do Banco Francês e Italiano, à esquerda, ainda preserva sua arquitetura original.

O COLÉGIO SANTO ANDRÉ

Até o final da década de 1940, a rua Antônio de Godoy era uma das últimas ruas do centro da cidade. A Avenida Andaló ainda não existia e apenas algumas pontes de madeira ligavam o centro da cidade aos bairros. Inaugurado em 1929, na Vila Bom Jesus, o imponente prédio do Colégio Santo André ainda conserva toda sua estrutura original. Os pés de café e a rua de terra hoje dão lugar a “selva de pedras”.

ESCOLA DOM PEDRO II

Nesta Esquina da rua General Glicério com a rua Rubião Junior, no centro da cidade, funcionava o Ginásio Riopretano e a Escola Técnica de Comércio D. Pedro II, que deu origem às Faculdades D. Pedro II. O prédio conserva toda sua estrutura e fachada original. Hoje no local funciona o INPG-Instituto Nacional de Pós-Graduação e uma unidade da Faculdade D.Pedro II, no prédio anexo na rua Rubião Junior.

A VELHA CASA DA RUA VOLUNTÁRIOS

Estão acabando as velhas casas do centro da cidade. Esta, na esquina da rua Voluntários de São Paulo, com a rua Delegado Pinto de Toledo, foi derrubada recentemente. Construída da década de 1920, servia de residência da família do advogado, ex-vereador e ex-prefeito municipal, Dr. Alceu de Assis. Somente um pilar de pedras e um painel de azulejo português sobraram da construção. Hoje no local funciona um estacionamento de veículos.

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